Tuesday, January 27, 2026

Tempestades de gelo nos EUA: um risco que o investidor imobiliário estrangeiro não pode ignorar


 Os Estados Unidos é um país de desastre natural. E o inverno tem sido marcado por severas tempestades de neve e, sobretudo, de gelo (ice storms), fenômeno que já provocou mortes, colapsos de infraestrutura e prejuízos econômicos significativos em diversos estados.

Para o investidor imobiliário, esse cenário representa um risco concreto que não pode ser ignorado; em especial para o investidor estrangeiro, que muitas vezes está distante da operação, da manutenção e da gestão do ativo.

A tempestade de gelo é particularmente destrutiva. O acúmulo de gelo sobre telhados, redes elétricas, árvores e estruturas provoca quedas de energia prolongadas, rompimento de tubulações, infiltrações, desabamentos parciais e danos estruturais graves.

Imóveis residenciais e comerciais podem se tornar inabitáveis por semanas, exigindo reparos caros, acionamento de seguros e longos períodos de vacância. Em muitos casos, o custo indireto como perda de renda, disputas com seguradoras, desvalorização temporária do ativo , supera o dano físico imediato.

Para o investidor estrangeiro, os riscos são ampliados. A ausência física dificulta respostas rápidas, aumenta a dependência de terceiros e eleva a exposição a falhas de gestão, atrasos em reparos e custos não previstos.

Somando a esse stress, eventos climáticos extremos tendem a pressionar impostos locais, seguros e regulamentações, afetando a rentabilidade no médio e longo prazo.

Nesse contexto, o investimento em terrenos se destaca como uma estratégia que sobrepõe muitos desses riscos.

Terrenos não possuem estruturas a serem danificadas por gelo, não sofrem com infiltrações, colapsos ou manutenção emergencial, e não dependem de ocupação para gerar valor. O risco operacional é substancialmente menor, assim como os custos recorrentes.

Terrenos são a prova de enchentes e incêndios de proporções bíblicas, terremotos, tornados, furacões e de qualquer outro tipo de desastre natural ou não que possa acontecer aqui nesse país!

Terrenos bem localizados mantêm seu potencial de valorização independentemente de eventos climáticos pontuais. Para o investidor que busca proteção patrimonial, simplicidade operacional e previsibilidade, especialmente em mercados sujeitos a extremos climáticos, o terreno se apresenta como um ativo mais resiliente, estratégico e alinhado a uma visão de longo prazo.

Em períodos de incerteza climática, reduzir complexidade é uma decisão racional. E, no imobiliário, isso começa pela escolha do ativo certo.

Agora você sabe!

Wednesday, December 17, 2025

Qual importância da expansão demográfica no plano habitacional dentro dos EUA?


 

O Presidente Donald J. Trump é um construtor de sucesso, onde construi seu império construindo não só hotéis ou campo de golfes ao redor do país e do mundo, mas também unidades habitacionais.

O  deficit habitacional nos Estados Unidos é um problema que ele conhece muito bem, foi promessa de campanha, e quer mudar. Mas quer mudar dentro de um planejamento habitacional organizado junto com a expansão demográfica, e com todo apoio possível e imaginável de Washington.

A expansão demográfica ocupa papel central no plano habitacional dos Estados Unidos porque está diretamente ligada à sustentabilidade econômica, à competitividade global e à coesão social do país. 

Um déficit estimado entre 5 e 10 milhões de moradias não é apenas um problema imobiliário; é um gargalo estrutural que afeta produtividade, mobilidade da força de trabalho, inflação e crescimento de longo prazo.

Do ponto de vista econômico, a expansão demográfica exige oferta habitacional compatível. Sem novas moradias, o crescimento populacional impulsionado por imigração, mobilidade interna, migração dos moradores de estados democratas para os estados republicanos, e aumento da formação de famílias, pressiona preços, eleva aluguéis e reduz o poder de compra da classe média na maioria das regiões americanas. Isso alimenta inflação estrutural e dificulta a atração de talentos para polos estratégicos de produção, tecnologia e serviços. Em termos práticos, empresas deixam de se instalar onde trabalhadores não conseguem viver. Isso é fato!

No plano estratégico, permitir a construção em novas regiões redistribui crescimento e reduz a concentração excessiva em grandes centros urbanos já saturados. 

A expansão territorial planejada com infraestrutura, zoneamento mais flexível e incentivos à construção, cria novos polos econômicos, fortalece cidades médias e estimula desenvolvimento regional. Isso não é improviso: é política de competitividade nacional. E competição é uma coisa que o americano entende!

Há também um componente fiscal e social relevante. Mais moradias significam mais contribuintes, ampliação da base tributária e maior previsibilidade para investimentos públicos em transporte, educação e saúde. 

Ao mesmo tempo, a expansão demográfica bem planejada reduz tensões sociais associadas à escassez habitacional, como deslocamentos forçados, aumento de moradores sem teto e degradação urbana.

Concluindo, no contexto de uma agenda de crescimento agressivo, a política habitacional torna-se instrumento de soberania econômica. 

Um país que cresce demograficamente, mas não constrói, trava a si mesmo. Ao alinhar expansão demográfica com produção habitacional em escala, os Estados Unidos reforçam sua capacidade de crescer, atrair capital, manter dinamismo econômico e preservar o chamado American Way of Life. Sem moradia acessível, não há crescimento sustentável. Isso também é fato.

Portanto, se você é investidor, e considera em investir em imóveis aqui nos Estados Unidos, tenha em mente essa estratégia. Posso garantir à você que não é tão fácil como muitos vendem o conceito no Brasil, mas a médio e longo prazo para todos aqueles que são mais conservadores nos investimentos, falo sem margem de dúvidas, que vale a pena!

Se você não sabe como começar aqui nos Estados Unidos, faça contato com esse blogger  no site da empresa Moriah International, Inc . Prometo retornar assim que possível.

Friday, November 21, 2025

Imóveis para a classe media em Miami é a nova tendência


Os preços exorbitantes dos imóveis em Miami, principalmente nas áreas mais privilegiadas, entenda, próxima a água tem reverberado ao redor dos Estados Unidos.

Apesar de muitos não se animarem com os preços altos, eles não desistem do sonho de morar no Sul da Flórida.

A demanda é crescente; não só por brasileiros estrangeiros que querem morar em Miami, mas também por americanos que estão trocando os estados democratas pelos estados republicanos; no caso o Estado da Flórida.

Pensando nisso, uma empresa incorporadora espanhola planeja a construção de mais de 4.000 apartamentos, com preço abaixo do mercado para satisfazer a classe média.

Inicialmente o projeto será para aluguel com o preço variando de US$ 1,600 à US$ 1,900.00 por mês. O complexo apresentará diversas comodidades que são típicas dos prédios mais atuais: piscina, academia e espaço de coworking que atenderá as 7 torres.

Para quem conhece a região, as torres que começarão a ser construídas já no início de 2026, ficarão em uma área de 48.562 m2 que foi comprada em 2023 por US$ 29.3 milhões, e fica localizada na área oeste da I-95 (Interstate) em West Little River que é um bairro bem suburbano.  

Os imóveis de preços mais acessíveis começam a dar forte sinais que serão uma das grandes tendências em Miami para os anos vindouros.Não só os imóveis que atendem a classe média mas como também os imóveis mais populares, o chamado Section 8, onde o governo federal paga a metade do aluguel do inquilino, estão dando sinais que esses dois nichos estarão contribuindo para a agressiva expansão demográfica e habitacional do estado da Flórida. 

O governo do Presidente Donald Trump reconhece que o deficit habitacional, em um número bem conservador é de no mínimo 5 milhões de unidades ao redor do país para o dia de hoje; sendo que com a expansão demográfica de uma população de 347 milhões de pessoas, não existe até a presente data um indíce, um estudo de desaceleração dessa necessidade de imóveis para atender a classe média ou menos privilegiada.

Monday, October 27, 2025

Oportunidades de Redesenvolvimento na Costa do Sul da Flórida


Com a queda do prédio Champlain Towers South na Cidade de Surfside, aqui no Sul da Flórida, o conceito de engenharia civil e manutenção mudou drásticamente o cenário do mercado imobiliário.

Logo após essa tragédia, foi aprovado pelo governador do Estado da Flórida, Ron DeSantis, uma lei que impõe reservas estruturais obrigatórias e inspeções rigorosissímas, aumentando significativamente os custos para edifícios antigos.

Ao longo da costa ensolarada do sul da Flórida, edifícios antigos à beira-mar estão se tornando oportunidades de ouro para redesenvolvimento. Cada vez mais, proprietários de condomínios preferem vender coletivamente seus imóveis, aliviando e fazendo praticamente a alegria de todos, a enfrentar os custos crescentes de manutenção, seguros e novas exigências legais.

De um modo geral, os administradores e tesoureiros das associações dos proprietários de imóveis, são unânimes em dizer que praticamente está ficando impraticável manter os antigos prédios dentro da nova regulamentação.

Prédios estão sendo vendidos e uma velocidade que chama atenção. Já existe uma expectativa de construção de mais de US$ 2 bilhões de projetos que com certeza irá mudar o horizonte da costa, alguns projetos em uma das áreas mais valorizadas de Miami.

É sabido que muitos proprietários não vendem apenas por razões financeiras; alguns vivem de renda fixa e enfrentam taxas triplicadas; o que é muito preocupante no orçamento.

Quanto ao corretores, é alegria pura. Afirmam que vendas coletivas podem gerar três a cinco vezes mais retorno do que vendas individuais.

Como sabido no mundo de investimento imobiliário, é tudo uma questão de oportunidade e de endereço. Dito isto, nem todos os prédios antigos são minas de ouro: o sucesso depende do local, densidade e potencial de redesenvolvimento. Quanto mais sem vista para o mar ou até mesmo afastado, mesmo alguns quarteirões ou mais a oeste, nunca terão o mesmo apelo comercial.

Com a migração do americano “fugindo” dos estados democratas devido a agenda de destruição comunista em direção ao estado republicano da Flórida, e com o movimento que só tem aumentado de empresas migrando também para o sul da Flórida, a demanda por moradia à beira-mar só aumenta, não apresentando nenhum sinal de desaceleração a curto e médio prazo.

E você incorporador brasileiro? Sabe como buscar esse tipo de grande e lucrativas oportunidades imobiliárias que também acontecem ao redor dos Estados Unidos? 

Monday, September 29, 2025

Mercado imobiliário nos EUA: Riscos de investir em Tax Lien e Tax Deed


Como sabemos, parece que o brasileiro segue moda. E no momento, parece que uma das modas de investimento imobiliário que os brasileiros escutaram falar ou estão se interessando em investir nos Estados Unidos, é no segmento de Tax Deed e Tax Lien.

Mas é um bom negócio? Sim e não, depende de quem é você, e o que você quer com esse país.

Outro ponto relevante que vale ressaltar, que o fato de ser relativamente uma operação prática, não quer dizer que é fácil. Como sabemos não existe dinheiro fácil! Mas a maioria confunde, e sem entender de como o mercado imobiliário americano funciona, acha que é fácil.

Quando você acerta no investimento, o Tax Lien ou Tax Deed é muito lucrativo, mesmo assim, tem os seus desafios para chegar nesse lucro.

Mas o que é a operação do Tax Deed? É um leilão de imóvel por inadimplência de impostos (IPTU), com transferência de propriedade ao arrematante. 

O que é Tax Lien? É a dívida de imposto (IPTU) garantida pelo imóvel, leiloada a investidores, sem transferência imediata da propriedade

Vamos tentar esclarecer alguns pontos sobre os riscos do Tax Lien and Tax Deed para melhor te posicionar.

Investir em tax lien (penhora fiscal) e tax deed (escritura de imposto) pode ser uma forma de obter imóveis por um preço baixo ou ganhar uma taxa de juros alta. No entanto, é crucial entender que existem riscos significativos.

Riscos de investir em Tax Lien (Penhora Fiscal)

Risco de resgate: Na maioria dos estados, o proprietário do imóvel tem um período para quitar os impostos em atraso, além de multas e juros. Esse período é conhecido como período de resgate. Se o proprietário pagar o valor devido, você recebe seu investimento de volta mais os juros, mas não adquire o imóvel. Isso pode ser uma desvantagem se o seu objetivo principal era obter a propriedade.

Taxa de juros variável: A taxa de juros sobre os tax liens varia de estado para estado e, às vezes, de condado para condado. É essencial saber a taxa de retorno que você está comprando.

Prioridade da penhora: Embora uma penhora fiscal geralmente tenha prioridade sobre outras penhoras (como hipotecas), pode haver outras que a antecedem, como penhoras federais ou de outros órgãos. É preciso fazer uma diligência prévia para identificar todas as penhoras.

Propriedades de baixo valor: Muitas vezes, as propriedades com tax liens são de valor baixo ou estão em áreas indesejáveis. Mesmo que você adquira a propriedade, pode ser difícil vendê-la ou obter um bom retorno. Isso não quer dizer que não apareça boas propriedades e endereços mais nobres. Na verdade aparece de tudo, daí a necessidade de sempre ficar pesquisando nos websites que mostram essas oportunidades.

Período de espera prolongado: Se o proprietário não resgatar o imóvel, você precisará esperar até que o período de resgate termine. Além disso, você precisará iniciar um processo de execução hipotecária para obter a escritura, o que pode levar tempo e custar dinheiro.

Riscos de investir em Tax Deed (Escritura de Imposto)

Processo de leilão: A maioria dos tax deeds é vendida em leilão. Você pode acabar pagando mais do que o valor do mercado por uma propriedade, especialmente se a concorrência for alta.

Condição da propriedade: Ao contrário de um leilão de hipoteca tradicional, os tax deeds são geralmente vendidos como estão. Isso significa que você não tem a oportunidade de inspecionar a propriedade por dentro. A propriedade pode estar em péssimas condições, com danos estruturais ou contaminação ambiental, o que exigirá reparos caros.

Questões de titularidade: O risco mais significativo de um tax deed é a incerteza do título. O título de um tax deed pode não ser "claro" ou "comercializável", o que significa que pode haver reivindicações pendentes sobre a propriedade. Você pode precisar de um advogado para "limpar" o título, o que pode ser um processo demorado e caro.

Desocupação do imóvel: Se houver ocupantes na propriedade, você terá que iniciar um processo de despejo. Isso pode ser caro e demorado.

Sem período de resgate: Em alguns estados que vendem tax deeds, não há um período de resgate. Isso significa que, se você ganhar o leilão e o processo de execução for concluído, a propriedade é sua. No entanto, o proprietário anterior ainda pode contestar a venda em tribunal, o que é outro custo e risco para você.

Em resumo, embora o investimento em tax lien e tax deed possa parecer uma oportunidade de lucro, e pode ser, eles carregam um risco significativo.

Recomenda-se fazer uma pesquisa completa sobre a propriedade, o processo legal e as leis do estado e do condado antes de investir. Idealmente, consulte um advogado ou um profissional especializado nesse tipo de investimento.

Finalizando, como todo e qualquer investimento, o risco sempre irá acompanhar. Cabe à você interessado se informar da melhor maneira possível, fazendo o chamado dever de casa, se cercando de profissionais competentes como supra citado.

Tuesday, August 5, 2025

Miami lidera o ranking mundial de segunda residência para bilionários

A Cidade de Miami no Sul da Flórida, consolidou-se como o destino número um do mundo para indivíduos do mundo inteiro com patrimônio líquido ultra alto (Ultra High Net Worth – UHNW) que buscam adquirir uma segunda residência. A informação foi divulgada em um relatório recente da Altrata, citado pelo Daily Mail.

De acordo com o estudo, são considerados UHNW os indivíduos com patrimônio superior a US$ 30 milhões. E, nos últimos cinco anos, Miami tem registrado um crescimento expressivo no número desses proprietários de alto poder aquisitivo que escolhem a cidade para seu segundo lar.

Atualmente, 13.211 indivíduos ultra ricos possuem segundas residências em Miami, o que é um número bem expressivo! Um número que confirma a cidade como líder absoluta neste segmento.

Os motivos são claros: clima ensolarado o ano inteiroestilo de vida sofisticado à beira-mar, infraestrutura de alto padrão e segurança jurídica. Muitos inclusive, consideram por ser uma cidade nova e próxima ao aeroporto internacional!

Somando aos motivos acima, também aparece despontando como preferência para os ultra-ricos, o fato do Estado da Flórida ser um estado com políticas conservadoras, impostos mais baixos, e baixos índices de violência; o que o torna em um ambiente ainda mais atrativo para quem valoriza liberdade econômica, segurança familiar e discrição.

Miami não é apenas um destino turístico ou de lazer. Miami está se consolidando cada vez mais como um porto seguro para o capital global e uma peça estratégica no portfólio de investimentos dos ultra ricos.

Wednesday, July 23, 2025

Home flipping. A cidade de Miami no top 10

Se existe uma modalidade de negócio nos Estados Unidos que chama e muito a atenção do brasileiro, é o investimento imobiliário.

Incorporação, leilão, que agora muitos acreditam, e claro, o chamado flipping, ou, home filpping.

Mas o que é isso? Muito conhecido dos investidores muito ágeis e muito bem informados, é “relativamente” muito simples.

Você compra uma casa por US$ 100 mil e a vende por 120, 130 ou até mesmo por 150 dependendo da situação. Existem cenários de negociação aqui que o investidor chega a ganhar 100% do investimento dependendo do negócio, afinal é sabido que o ganho acontece na compra e não na venda.

Hoje o sul da Flórida, tendo a cidade de Miami como um dos mercados mais aquecidos nos Estados Unidos para essa modalidade de investimento imobiliário.

Como sempre, essas pesquisas são feitas em dezenas de cidades estratégicamente espalhadas por todo o país, onde cada cidade tem um perfil demográfico que venha dar uma certa garantia a esse estudo.

No caso, essa pesquisa nacional foi feita pelo portal Realtor.com, onde consideraram 50 metrópoles.

A cidade de NY ficou em primeiro lugar. Miami ficou em oitavo lugar.

Sendo os Estados Unidos um país de desastre natural, cidades que são famosas por sofrerem consequências de tornados ou furacões ou outros desastres naturais estão sofrendo muito, devido ao aumento do seguro.

Aqui na Flórida por exemplo, a costa oeste tem sido castigada nos últimos anos. Fort Meyer, Naples, Punta Gorda, dentre outras tiveram parte da cidade destruída pelos furacões.

A saber, furacão nos EUA é que nem Carnaval no Brasil. Tem todo ano, e a temporada começa de 1 de junho à 30 de novembro, sendo “mais ativa” da segunda semana de agosto, até meados de outubro.

Mas aí você pergunta: vale a pena? Minha resposta bem objetiva é um sonoro sim!

 Mas como qualquer negócio, existe o risco e o dever de casa tem que ser feito dentro do THE American Way of Doing Business, ou seja, A maneira americana de fazer negócios. Caso não tenha prestado atenção, o A, é um artigo definido, ou seja, a maneira já foi definida!

Monday, June 30, 2025

Reforma Tributária de Trump: Oportunidade para Investidores Imobiliários


O projeto One Big Beautiful Bill Act, aprovado pela Câmara dos Deputados dos EUA em maio, e que deverá ser aprovado até 4 de julho, visa tornar permanentes os cortes de impostos da reforma de 2017 e implementar mudanças significativas que impactam diretamente o setor imobiliário — inclusive favorecendo investidores estrangeiros.

Entre os principais pontos, destaca-se a ampliação da dedução SALT - State And Local Tax, ou seja,  impostos estaduais e locais de US$ 10 mil para até US$ 40 mil para contribuintes com renda de até US$ 500 mil anuais. Essa medida pode impulsionar o mercado de luxo, atraindo investidores globais em busca de maior rentabilidade fiscal.

Contudo, o projeto também elimina gradualmente os créditos para melhorias de eficiência energética, o que pode aumentar os custos operacionais no longo prazo para quem investe em propriedades sustentáveis.

Para desenvolvedores, especialmente estrangeiros, o projeto pode representar uma grande oportunidade: a possível flexibilização dos requisitos de vínculo em projetos públicos abriria espaço para participação em empreendimentos de habitação popular — um setor com alta demanda e potencial de retorno estável.

Além disso, o projeto reforça os incentivos para zonas de oportunidade, áreas que oferecem benefícios fiscais para investimentos em comunidades carentes. Desde 2019, essas zonas já ajudaram a viabilizar mais de 350 mil unidades habitacionais. A extensão até 2033 dá segurança jurídica para quem planeja projetos de médio e longo prazo.

Em resumo, caso aprovado, o projeto pode tornar os EUA ainda mais atraentes para investidores estrangeiros em busca de oportunidades no mercado imobiliário, sobretudo no segmento de habitação acessível e propriedades de alto padrão com benefícios fiscais ampliados.

Saturday, May 3, 2025

Amazon vai abrir dezenas de depósitos em áreas rurais dos EUA



A gigante do e-commerce Amazon está se preparando para construir dezenas de novos depósitos nos Estados Unidos voltados para atender regiões rurais. 

A ideia é expandir sua estrutura de entregas e depender menos de empresas como o USPS que é o correio americano, ou a UPS, que muitos brasileiros também conhecem. A meta é concluir essa expansão até o fim do ano que vem.

Desde 2020, a Amazon tem investido na criação de uma rede própria de entrega no interior.

Hoje, ela já conta com cerca de 70 centros desse tipo estratégicamente espalhados pelo país, mas a expectativa é chegar a 210 até o fim de 2026. Ao todo, a empresa planeja investir US$ 4 bilhões nesse projeto, criando assim um impacto econômico nessas regiões sem precedentes.

A Amazon já construiu uma operação logística enorme nos últimos anos, com centenas de depósitos nas grandes cidades e uma rede de milhares de motoristas contratados que dirigem as vans azuis da marca.

Com o retorno do Presidente Donald Trump à presidência em 20 de janeiro desse ano, e seu discurso de valorização da economia americana, combate as tarifas abusivas principalmente contara a China, e geração de empregos, várias empresas principalmente as gigantes da tecnologia, como Apple e Nvidia já anunciaram grandes investimentos nos EUA.

A saber, até a presente data desse post, quase US$ 8 trilhões de compromisso de megas corporações já negociaram com a Casa Branca!

Segundo a Bloomberg, a Amazon chegou até a discutir com o Presidente Donald Trump a possibilidade de fazer um anúncio oficial sobre os próprios planos de expansão no país.

No caso das áreas rurais, a Amazon costumava repassar a maior parte das entregas para outras transportadoras. Mas agora está mudando essa estratégia.

A UPS, por exemplo, anunciou que vai cortar 20 mil empregos este ano e fechar vários centros, justamente por causa da queda nas entregas para a Amazon.

A empresa acredita que essa nova rede rural pode gerar até 100 mil empregos diretos e indiretos — tanto dentro dos centros de distribuição quanto entre os motoristas contratados. E, segundo a Bloomberg, a Amazon também está considerando um investimento ainda maior: US$ 15 bilhões para ampliar seus depósitos e hubs de entrega, revertendo a desaceleração das construções que veio depois da pandemia.

Como costumo falar, a concorrência nos Estados Unidos é predadora. Com certeza milhares de transportadoras ou mesmo lojas de porte dos mais diversos segmentos, jamais imaginaram que um dia chegaria uma empresa com uma proposta tão disruptiva, e mexeria com toda a estrutura de logística do mercado americano, a final caso você não saiba, a Amazon diz ser uma empresa de logística e não uma plataforma de e-commerce. Agora você sabe!

E se você é investidor imobiliário, como aproveitar esse impacto econômico causado pela Amazon, e seguir a rota de expansão?

A resposta é simples: conhecendo A maneira americana de fazer negócio.

Agora você também já sabe! 

Wednesday, April 16, 2025

O Estado da Flórida considera acabar com o IPTU

O Estado da Flórida está considerando a eliminação do imposto sobre a propriedade (conhecido como "property tax"), uma medida que, se aprovada, representaria uma mudança significativa na estrutura fiscal estadual.

O governador Ron DeSantis propôs um reembolso de US$ 1.000 para proprietários de imóveis com residência principal, como um passo inicial rumo à eliminação total desse imposto por meio de uma emenda constitucional prevista para ser votada em 2026.

O presidente do Senado da Flórida, Ben Albritton, apresentou o projeto SPB 7034, que solicita um estudo abrangente sobre os impactos da eliminação do imposto sobre a propriedade. Esse estudo analisará as consequências para serviços públicos essenciais, como educação, segurança pública e infraestrutura, além de avaliar os efeitos no mercado imobiliário e na economia local, afinal, seria uma brutal queda na arrecadação estadual.

Atualmente, os impostos sobre a propriedade geram aproximadamente US$ 50 bilhões por ano na Flórida, financiando cerca de 50% a 60% do orçamento dos distritos escolares, 18% das receitas dos condados e 17% das receitas municipais. A eliminação desse imposto exigiria a compensação dessa receita, possivelmente por meio do aumento do imposto sobre vendas, que teria que dobrar para 12% para cobrir a lacuna.

Críticos, como o senador estadual Shevrin Jones, alertam que a eliminação do imposto sobre a propriedade poderia comprometer a autonomia fiscal dos governos locais e sobrecarregar desproporcionalmente as famílias de baixa e média renda. Eles também expressam preocupação com a estabilidade do financiamento de serviços públicos essenciais.

A proposta de eliminação do imposto sobre a propriedade na Flórida está em fase de estudo e debate. Se avançar, os eleitores terão a oportunidade de decidir sobre a emenda constitucional nas eleições de 2026.

Particularmente como morador e proprietário de uma residência na Flórida, sou 100% contra. Como já explicado acima, tirando de um lado, vai faltar e muito do outro.

No máximo que cocordaria, seria uma redução do imposto mas não a total eliminação!

Wednesday, March 5, 2025

Investir em imóveis nos Estados Unidos é questão de localização ou preço?


Muitos brasileiros nos perguntam: qual é o melhor lugar para investir nos Estados Unidos? Vale mais a pena um imóvel residencial ou comercial? A resposta depende de você. Qual é o seu perfil como investidor? 

Alguns priorizam endereços cobiçados e sofisticados. Outros sabem que investimento de verdade se mede pelo retorno financeiro. No fim das contas, o que importa não é a cor do gato, mas se ele caça o rato, certo?

O que realmente importa: localização ou preço?

O ditado popular diz que, no mercado imobiliário, os três fatores mais importantes são "location, location, location". Com todo respeito, nós discordamos. Para nós, os três pilares são "price, price and price". Quanto melhor for o preço de compra, maior será o seu potencial de rentabilidade – e menor o risco da sua operação.

Mas por que estamos falando isso?

Embora atuemos com mais foco na Flórida – especialmente em Miami –, há muitos anos atrás, nos perguntaram qual era a melhor cidade para investir em imóveis nos EUA. Nossa resposta surpreendeu: Detroit, Michigan.

"Mas espera aí... por que Detroit, se vocês estão na Flórida?"

Simples: nosso compromisso era oferecer a melhor oportunidade para o investidor, independente da localização. Detroit, maior cidade do estado de Michigan, tinha na época cerca de 700 mil habitantes, e ainda era e é conhecida como "Motor City" devido à indústria automobilística. Mas o que fazia dela um bom investimento?

Em julho de 2013, ou seja, há 12 anos atrás, Detroit decretou falência, acumulando uma dívida de US$ 18 bilhões – o maior colapso financeiro municipal da história dos EUA. O resultado? Os preços despencaram a níveis inacreditáveis.

Na época, apresentamos algumas oportunidades a investidores brasileiros e ouvimos um sonoro "não". Mas havia imóveis sendo vendidos a centavos de dólar por metro quadrado.

Oportunidades surgem nos momentos de crise

Detroit ainda enfrenta desafios, mas a cidade saiu da falência. Os investidores visionários que compraram imóveis durante essa turbulenta crise econômica, já obtiveram excelentes retornos – e os que aguardarem um pouco mais devem ganhar ainda mais com o plano de governo do Presidente Donald Trump. 

Entendemos que um apartamento de frente para o mar em Miami Beach pode parecer mais glamouroso – perfeito para postar um selfie no Facebook ou Instagram. Mas o que você realmente busca: status ou lucro?

Ainda há ótimas oportunidades na Flórida.

Se o seu objetivo é um investimento seguro e rentável, há diversas oportunidades na Flórida – inclusive em Miami, com imóveis comerciais que oferecem excelente retorno para estrangeiros.

Portanto, se você deseja investir nos Estados Unidos, faça a si mesmo uma pergunta essencial:

 Você quer glamour ou rentabilidade?

Thursday, February 6, 2025

Por que os prédios de luxo em Miami Beach estão afundando?

Miami Beach, um dos destinos mais cobiçados para investimentos imobiliários de luxo, enfrenta um problema alarmante: o afundamento de seus prédios. A instabilidade estrutural tem se tornado uma preocupação crescente entre especialistas e investidores. Mas o que está causando esse fenômeno?

1. Elevação do Nível do Mar e Subsidência 

A principal razão para o afundamento dos prédios em Miami Beach está relacionada à elevação do nível do mar e à subsidência, um processo natural em que o solo cede com o tempo. Estudos indicam que a região está afundando em um ritmo de aproximadamente 1 a 3 milímetros por ano, exacerbado pelas mudanças climáticas e pela extração excessiva de água subterrânea.

2. Composição do Solo e Fundações Comprometidas

O solo de Miami Beach é composto predominantemente por calcário poroso, um material que permite a infiltração de água salgada, tornando as fundações dos edifícios mais vulneráveis. Além disso, a erosão natural e a urbanização acelerada dificultam a estabilidade do terreno.

3. Impacto na Segurança e no Mercado Imobiliário

O colapso do edifício Champlain Towers South, em Surfside, em 2021, foi um alerta sobre os riscos estruturais na região. Embora o desabamento tenha sido atribuído a diversas causas, ele destacou a importância da fiscalização e manutenção adequada dos prédios antigos. Esse cenário pode impactar o valor dos imóveis, aumentando os custos de seguros e dificultando a revenda de propriedades na área.

4. Possíveis Soluções

Para mitigar o problema, algumas soluções estão sendo consideradas, como melhorias nas fundações dos edifícios, elevação do nível das ruas e investimentos em infraestrutura para conter a invasão da água. Contudo, essas medidas exigem investimentos significativos e a cooperação entre governo, construtoras e proprietários.

Conclusão

O afundamento de prédios de luxo em Miami Beach é um problema real e crescente, impulsionado por fatores naturais e humanos. Investidores e compradores precisam estar atentos a esses desafios para tomar decisões mais seguras no mercado imobiliário da região.

Thursday, January 16, 2025

Cidade do Doral aprova plano para construção de prédios no Trump National Doral

Com a presença de Eric Trump na Prefeitura da Cidade do Doral no dia 15 de janeiro, o Conselho da cidade aprovou a construção de  prédios de 20 andares dentro do resort, Trump National Doral que fica localizado no 4400 NW 87 Avenue, FL. 33178. 

A proposta é de quase 1.500 apartamentos residenciais, espaço comercial, lojas e restaurantes.

Você já pode acessar o link Doral International Towers para poder ter uma melhor idéia visual desse mega e belo projeto na cidade.

Não ficou claro quando as obras começarão. Também não ficou claro pela maneira que Eric Trump se expressou, dizendo que a família pretende manter as torres indefinidademente. Podemos entender que os imóveis serão para aluguel?

Para maiores informações, eles pedem para se inscrever no newsletter do link acima.

Thursday, December 12, 2024

A cidade mais rude da América é um destino de férias muito popular na Flórida


 Se você tivesse que adivinhar qual é a cidade mais rude dos Estados Unidos, talvez pensasse em Nova York, Filadélfia ou Los Angeles, todas cidades democratas, com um estilo de vida e leis muito conflitantes.

Contudo, segundo um estudo de 2024 do aplicativo Preply, o título pertence a Miami, na Flórida. O levantamento analisou "atos rudes" relatados por moradores de diversas cidades americanas, como falta de respeito ao espaço pessoal, uso inadequado de celulares em público e comportamento no trânsito.

Miami alcançou a pontuação de 9,88 em uma escala de 0 a 10, superando cidades como Filadélfia, Tampa e Louisville. Liderança esse que não é de dar inveja a ninguém!

Os moradores de Miami destacaram atitudes como falta de educação com trabalhadores de serviços e barulho excessivo em locais públicos.

Reações à pesquisa foram mistas: enquanto alguns lamentaram a classificação, outros a aceitaram com bom humor, dizendo que já esperavam tal resultado.

Apesar de sua reputação, Miami é um destino de férias vibrante, conhecido por sua rica diversidade cultural, belas praias e vida noturna agitada. South Beach é parada obrigatória, com suas areias brancas, águas cristalinas e arquitetura Art Déco. À noite, a região ganha vida com bares, restaurantes e casas noturnas.

No centro de Miami, o Bayside Marketplace é um local popular, oferecendo lojas, restaurantes e vistas da Baía de Biscayne. Outro destaque é Wynwood, famoso por seus murais de street art e o Museu do Graffiti. O bairro atrai visitantes com sua cena artística vibrante e opções gastronômicas diversificadas.

Little Havana é o coração da cultura cubano-americana em Miami. A Calle Ocho oferece uma experiência autêntica, com música latina, restaurantes cubanos e lojas de charutos artesanais. Outra opção é Allapattah, um bairro menos explorado, mas repleto de influências culturais e um mercado local vibrante.

Finalizando, embora Miami tenha sido eleita a cidade mais rude da América, continua sendo um dos destinos mais procurados do mundo. Suas praias, cultura diversa e energia vibrante sendo a capital mundial do cruzeiro marítimo, superam sua reputação negativa, garantindo experiências únicas para visitantes de todas as partes.

Abraçar o ritmo acelerado e a autêntica mistura cultural é a chave para aproveitar tudo o que a cidade tem a oferecer.

Thursday, November 21, 2024

Como será o mercado imobiliário na administração Trump?


Após uma acirrada disputa com grande impacto no mercado imobiliário, o Presidente Donald Trump retornará à Casa Branca para um segundo mandato, quatro anos após perder sua tentativa de reeleição em 2020. 

Ele será o 47º presidente dos Estados Unidos, após assegurar uma vitória histórica e avassaladora no voto popular, no Colégio Eleitoral, Câmara dos Deputados e por último mas não menos importante, ganhando em 7 estados pêndulos! 

Com esse controle total, Trump terá liberdade para avançar em sua agenda, incluindo propostas para habitação acessível. Com essa vitória política sem precedentes devido a perseguição e fatos ocorrido, ele prometeu lutar por uma América “forte, segura e próspera”, como ele tem dito ultimamente, anos dourados!

Com os juros muito alto, a eleição ocorreu em meio a uma crise habitacional nos EUA, com aluguel elevado e preços de casas fora do alcance de muitos. Durante a campanha, Trump atribuiu a alta dos preços à imigração ilegal e propôs uma série de medidas para enfrentar o problema.

Entre suas propostas, Trump prometeu deportar imigrantes ilegais em massa, alegando que isso reduziria a competição por moradias. No entanto, economistas argumentam que essa abordagem teria efeitos negativos, como a redução da força de trabalho necessária para construir novas casas, além de impactos econômicos gerais.

Outra promessa foi cortar regulamentações que aumentam o custo da construção. Embora economistas concordem que simplificar processos pode ajudar, estimativas indicam que as regulações representam uma fração menor dos custos do que Trump sugeriu. Ele também defendeu o uso de terras federais para projetos habitacionais em larga escala, ideia apoiada por especialistas, mas limitada pela localização dessas terras, muitas vezes longe de áreas urbanas.

Trump afirmou que reduziria taxas de hipoteca para menos de 3%, embora presidentes não controlem diretamente essas taxas, que são influenciadas pelo mercado e pelo Federal Reserve. Analistas acreditam que sua abordagem pode gerar incertezas econômicas, dificultando a queda das taxas no curto prazo. 
Embora algumas propostas possam aliviar a crise habitacional, especialistas alertam que outras podem agravar o problema, como deportações e políticas deficitárias. No geral, a causa raiz da crise, segundo economistas, é a falta de moradias, fruto de restrições legais e geográficas que dificultam o desenvolvimento habitacional.

Com toda animação que os Estados Unidos estão vivendo, só nos restar esperar e ver o que vai acontecer, afinal, acertar a M que esse governo atual fez nos últimos 4 anos e fará até dia 20 de janeiro de 2025, até às 12 horas da Costa Leste americana, não será uma tarefa tão fácil e rápida.

Tuesday, October 8, 2024

Furacão mexe com o mercado imobiliário na Flórida

Desde a pandemia, o mercado imobiliário da Flórida tem tido um aumento considerável de novos moradores.

Não só  os americanos que fugiram dos estados democratas devido a uma agenda comunista de controle, mas como também dos estrageiros que buscam no estado ensolarado, uma grande experiência nos Estados Unidos.

Desnecessário seria dizer que com toda essa procura, os preços dos imóveis dispararam, e para atender essa demanda, construções atrás de construções foram aparecendo e ainda estão aparecendo.

Acontece que só esse ano de 2024, 3 grandes furacões já atingiram a Flórida. Debby, Helen e enquanto escrevo esse blog, furacão Milton classificado no momento na categoria 4, está a caminho da Costa Oeste, ameaçando ser um dos mais destruidores da história do estado.

O prejuízo do Helene que foi semanas atrás, já está sendo contabilizado em mais de US$ 15 bilhões de dólares, destruindo milhares de residências, o que fez jogar o seguro para a estratosfera.Daqui a algumas semanas saberemos  prejuízo financeiro do Milton.

Com todo esse cenário apocalíptico, você pergunta: o que fazer? O mercado imobiliário é ruim? Não serve mais para investir?

Não!Tudo que tem acontecido e estar para acontecer aqui na Flórida, não é exclusividade do estado floridiano, e não é novidade para ninguém!

Você entendo ou não, aceitando ou não, acreditando ou não, saiba que os Estados Unidos é um país de desastres naturais, e cada estado tem seus desafios. Enchentes e incêndios de proporções bíblicas, terremoto, tornados, furacões, tempestade de neve e de gêlo, calor e frio extremo, enfim, praticamente tudo que a natureza nos oferece que pode nos causar algum prejuízo, ela nos oferece.

Para onde ir? O que eu faço? Pergunta você!

Basta pesquisar o estado que escolher para morar, empresariar ou investir, qual ou quais os desafios ele tem em termo de desastre natural, e desenvolver a sua estratégia.

Bem vindo à América!. 

Wednesday, October 2, 2024

Como o preço de venda de um imóvel residencial é calculado nos EUA?

Segundo informação da poderosa Associação Nacional de Corretores de Imóveis, a NAR - National Association of Realtors, o preço médio de vendas de um imóvel residencial os Estados Unidos em junho, girou ao redor de US$ 432.700,00. 

Mas como esse preço é calculado? Quais as variáveis?

De maneira parecida com o Brasil, alguns fatores que compõe as razões, não acontecem no Brasil.

 

O preço de venda de um imóvel residencial nos Estados Unidos é determinado por vários fatores. Aqui estão os principais:

 

Localização: A localização do imóvel é um dos fatores mais importantes. Proximidade a escolas, transporte público, centros comerciais e áreas de lazer pode aumentar o valor do imóvel.


Outro ponto super importante em termo de localização, são os estados com temperaturas mais amenas, uma vez que o inverno aqui é bruto.


Hoje também devido aos desastres naturais, como as enchentes e incêndios de proporções bíblicas, muitos já estão considerando não ficar perto de mata e cidades cercadas por rios!


Tamanho e Condição: O tamanho do imóvel, incluindo o número de quartos e banheiros, e a condição geral da propriedade (idade, manutenção, reformas recentes) também influenciam o preço.


Comparáveis de Mercado (Comps): Corretores de imóveis e avaliadores utilizam vendas recentes de imóveis semelhantes na mesma área para determinar um preço justo. Esses imóveis comparáveis ajudam a estabelecer um valor de mercado competitivo.

O comp tem sido um ponto que tem derrubado muitos brasileiros que juntos com os amigos "endinheirado" na empolgação, compram lançamentos na planta. Digamos que você tem saúde financeira para pagar as prestações. Mas vários dos seus amigos, não! Devido a alta do dólar, decidem “torrar” o imóvel. De imediato, o seu imóvel será desvalorizado. Creia nisso!

 Avaliação Profissional: Um avaliador profissional pode ser contratado para fornecer uma avaliação detalhada do valor do imóvel, considerando todos os fatores mencionados acima.

 Demanda e Oferta: A dinâmica de mercado, como a oferta de imóveis disponíveis e a demanda de compradores, também afeta os preços. Em um mercado de vendedores (alta demanda, baixa oferta), os preços tendem a ser mais altos, enquanto em um mercado de compradores (baixa demanda, alta oferta), os preços podem ser mais baixos.

Hoje esse mercado está até mesmo muito competitivo devido a migração dentro dos Estados Unidos. Muitos estão fugindo dos estados democratas em direção aos estados republicanos, como a Flórida. Com esse esvaziamento dos estados democratas, o mercado imobiliário é afetado, e os preços imobiliários estão caindo. Então, os que não conseguem comprar no estado republicano, e sonham com a casa própria, acabam indo para o estado democrata.

Custos Adicionais: Além do preço de compra, é importante considerar custos adicionais como impostos sobre a propriedade, taxas de seguro e custos de manutenção.

Esses 6 fatores combinados ajudam a determinar o preço de venda de um imóvel residencial nos Estados Unidos. E como sabido, hoje existem dezenas de websites que irão te ajudar com informações riquíssimas quando necessário.