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Monday, May 25, 2026

Você sabe o que é imóvel zumbi nos Estados Unidos?

 



O imóvel chamado ZUMBI, na verdade é em cima da hipoteca.

Isso ocorre quando o proprietário, ao receber uma notificação de execução hipotecária, decide deixar o imóvel antes do prazo legal exigido, deixando-o vazio.

O problema é que, enquanto o processo não se encerra, a titularidade do imóvel continua sendo do proprietário, gerando assim uma série de obrigações financeiras, como pagamento de impostos, taxas de condomínio e despesas de manutenção.

Caso essas contas não sejam honradas, o proprietário pode enfrentar ações judiciais e danos à pontuação de crédito, comprometendo futuras possibilidades de financiamento.

Com esse difícil momento que os Estados Unidos atravessam devido a guerra, e ainda grande residual de 4 anos do governo anterior, o início desse segundo trimestre de 2026, está havendo um aumento de imóveis em execução hipotecária abandonados pelos proprietários antes do fim do processo, o que por um lado é preocupante mas uma grande oportunidade para os investidores imobiliários.

Dados de uma empresa de análise de dados diz que quase 1.4 milhões de imóveis estavam desocupados no segundo trimestre, sendo que 245.000 estavam sendo executados, sendo 8.312 nessa categoria, o que representa 3.4% do mercado executado.

Por que isso acontece? O proprietário recebe a notificação de execução e abandona o imóvel antes do prazo legal, mas continua sendo o titular e responsável por impostos, taxas e manutenção, mesmo sem morar lá.

Apesar de nesse universo ter regiões republicanas, é nítido que existe uma maior concentração nas regiões democratas, onde inclusive já está aumentando a inadimplência. Por que será? Coincidência?

Apesar dos desafios, o cenário reflete um mercado de execuções hipotecárias tentando se normalizar após anos atípicos.

Para os investidores e compradores mais atentos e oportunista, vale a pena prestar muita atenção porque nesses momentos é que fortunas são criadas.

Thursday, February 12, 2026

O Desafio do Déficit Habitacional nos Estados Unidos e Seus Impactos Econômicos

 


Os Estados Unidos enfrentam um déficit habitacional que tem preocupado economistas, urbanistas e formuladores de políticas públicas, incluso os do governo do Presidente Donald Trump. 

Diversos estudos que já atravessam governos, apontam que a escassez de moradias já alcança milhões de unidades, resultado de fatores acumulados ao longo de anos, como crescimento populacional, custos elevados de construção, juros mais altos e falta de oferta acessível.

O debate político sobre o tema é intenso. Alguns analistas associam o aumento dos preços a decisões econômicas recentes e às pressões inflacionárias do período pós-pandemia, enquanto outros destacam questões estruturais, como restrições de zoneamento, o que é um desafio, baixa produção habitacional desde a crise de 2008 e mudanças demográficas. 

A imigração também é frequentemente citada no debate público, embora especialistas ressaltem que o déficit já vinha se formando antes do atual ciclo migratório. Mas é sabido que com política do governo democrata de Biden de escancarar a fronteira permitindo milhões de imigrantes invadirem o país, a situação habitacional só piorou!

As consequências são visíveis: aluguéis mais caros, maior dificuldade para adquirir a primeira casa e aumento da desigualdade entre regiões. Para enfrentar o problema, propostas variam desde incentivos à construção e reformas regulatórias até programas de habitação acessível.

Independentemente das diferenças ideológicas, há consenso de que ampliar a oferta de moradias será essencial para estabilizar preços e garantir maior segurança econômica às famílias americanas nos próximos anos.

Projeções mais otimistas considerando todo o cenário econômico, social, político e habitacional, divulgado por diversas empresas e institutos confiáveis, dizem que levará no mínimo de 10 anos a15 para começar a regularizar esse grande desafio habitacional que os Estados Unidos enfrentam. 

Tenho 3 perguntas:

  • Como ficará o deficit habitacional caso o governo demore para tomar uma decisão?
  • Quanto cresce em média o deficit habitacional anualmente?
  • Sendo otimista, como estará esse deficit daqui a 10 anos? 

Baseado no que leio, o governo sim, irá começar a combater esse problema que atinge milhões de americanos. 

O que não sabemos e ninguém pode afirmar é quando vai começar a equilibrar essa crise. 

Tuesday, August 5, 2025

Miami lidera o ranking mundial de segunda residência para bilionários

A Cidade de Miami no Sul da Flórida, consolidou-se como o destino número um do mundo para indivíduos do mundo inteiro com patrimônio líquido ultra alto (Ultra High Net Worth – UHNW) que buscam adquirir uma segunda residência. A informação foi divulgada em um relatório recente da Altrata, citado pelo Daily Mail.

De acordo com o estudo, são considerados UHNW os indivíduos com patrimônio superior a US$ 30 milhões. E, nos últimos cinco anos, Miami tem registrado um crescimento expressivo no número desses proprietários de alto poder aquisitivo que escolhem a cidade para seu segundo lar.

Atualmente, 13.211 indivíduos ultra ricos possuem segundas residências em Miami, o que é um número bem expressivo! Um número que confirma a cidade como líder absoluta neste segmento.

Os motivos são claros: clima ensolarado o ano inteiroestilo de vida sofisticado à beira-mar, infraestrutura de alto padrão e segurança jurídica. Muitos inclusive, consideram por ser uma cidade nova e próxima ao aeroporto internacional!

Somando aos motivos acima, também aparece despontando como preferência para os ultra-ricos, o fato do Estado da Flórida ser um estado com políticas conservadoras, impostos mais baixos, e baixos índices de violência; o que o torna em um ambiente ainda mais atrativo para quem valoriza liberdade econômica, segurança familiar e discrição.

Miami não é apenas um destino turístico ou de lazer. Miami está se consolidando cada vez mais como um porto seguro para o capital global e uma peça estratégica no portfólio de investimentos dos ultra ricos.