O imóvel chamado ZUMBI, na verdade é em cima
da hipoteca.
Isso ocorre quando o proprietário, ao
receber uma notificação de execução hipotecária, decide deixar o imóvel antes
do prazo legal exigido, deixando-o vazio.
O problema é que, enquanto o processo não se
encerra, a titularidade do imóvel continua sendo do proprietário, gerando assim
uma série de obrigações financeiras, como pagamento de impostos, taxas de
condomínio e despesas de manutenção.
Caso essas contas não sejam honradas, o
proprietário pode enfrentar ações judiciais e danos à pontuação de crédito,
comprometendo futuras possibilidades de financiamento.
Com esse difícil momento que os Estados
Unidos atravessam devido a guerra, e ainda grande residual de 4 anos do governo
anterior, o início desse segundo trimestre de 2026, está havendo um aumento de
imóveis em execução hipotecária abandonados pelos proprietários antes do fim do
processo, o que por um lado é preocupante mas uma grande oportunidade para os
investidores imobiliários.
Dados de uma empresa de análise de dados diz
que quase 1.4 milhões de imóveis estavam desocupados no segundo trimestre,
sendo que 245.000 estavam sendo executados, sendo 8.312 nessa categoria, o que
representa 3.4% do mercado executado.
Por que isso acontece? O
proprietário recebe a notificação de execução e abandona o imóvel antes do
prazo legal, mas continua sendo o titular e responsável por impostos, taxas e
manutenção, mesmo sem morar lá.
Apesar de nesse universo ter regiões
republicanas, é nítido que existe uma maior concentração nas regiões
democratas, onde inclusive já está aumentando a inadimplência. Por que será? Coincidência?
Apesar dos desafios, o cenário reflete um mercado de execuções hipotecárias tentando se normalizar após anos atípicos.
Para os investidores e
compradores mais atentos e oportunista, vale a pena prestar muita atenção porque
nesses momentos é que fortunas são criadas.