A maioria dos brasileiros que ainda mora no
Brasil, e tem condições, sonha em ter um imóvel nos Estados Unidos como
investimento, seja na cidade de Miami, Tampa, Orlando ou qualquer outra cidade
no Estado da Flórida quando não em qualquer outro estado americano.
Para muitos, é sinônimo de estabilidade,
diversificação patrimonial, quando não de status e acesso ao mercado em dólar.
Acontece que por falta de informação ou por
não acreditarem no que pode acontecer, o que muitos investidores ignoram são os
riscos financeiros silenciosos que surgem quando não existe uma estratégia de
proteção patrimonial adequada por trás da aquisição do imóvel, seja em qual modalidade for,
para investimento onde investidor brasileiro busca renda ou simplesmente,
férias.
Um dos principais
desafios que qualquer investidor estrangeiro, não residente, enfrenta quando
considera os Estados Unidos, está relacionado à sucessão patrimonial. E a legislação
patrimonial da maneira que foi estruturada, varia de estado para estado! Em alguns estados, essa legislação é impiedosa, o que não é o caso do Estado da Flórida. Mesmo assim, todo cuidado é pouco!
Diferente de outros países, os Estados Unidos
possuem regras específicas que podem expor estrangeiros a processos legais
demorados e custos elevados caso o proprietário venha a falecer.
Sem planejamento, herdeiros podem enfrentar
dificuldades para acessar o imóvel, pagar impostos ou até mesmo manter a
propriedade ativa. A falta de liquidez imediata pode forçar a venda do ativo em
um momento desfavorável, comprometendo anos de investimento.
Outro ponto
crítico é a falsa sensação de segurança. Muitos acreditam que possuir um imóvel
já representa proteção financeira suficiente, mas a realidade é diferente.
Propriedade gera custos constantes. Levados pela emoção, muitos esquecem da manutenção,
impostos, seguros e possíveis responsabilidades legais. E acredite, a exposição do investidor ao passivo, não é pequena!
Sendo você que lê essa matéria um investidor imobiliário interessado em investir em imóveis na Flórida, pergunto: Se
algo inesperado acontecer com com você, quem assume essas obrigações?
É sabido e demasiadamente divulgado, que sem uma estrutura financeira adequada, familiares podem herdar não apenas um patrimônio, mas também um problema financeiro complexo. Muitas das vezes essa complexidade operacional, legal e financeira, causada até mesmo pelos desastres naturais como furacão, tornado, enchentes, ou até mesmo incêndios e terremotos, levam a perda do patrimônio.
Nunca esqueça que os Estados Unidos é um país de desastre
natural. Isso também é demasiadamente divulgado.
Não podemos esquecer
que ainda existe o risco cambial e a exposição a legislações que mudam ao longo
do tempo.
Os investidores brasileiros são conhecidos de
frequentemente concentrarem recursos no ativo físico e deixarem de considerar
ferramentas que tragam previsibilidade e estabilidade ao planejamento
patrimonial. Estratégias de proteção patrimonial e financeira, quando bem
estruturadas, ajudam a criar liquidez, reduzir incertezas e preservar o legado
construído.
Comprar um imóvel nos Estados Unidos pode ser uma
excelente decisão estratégica. Porém, adquirir patrimônio sem um plano de
proteção é como construir uma casa com a fundação comprometida.
Para quem acompanha o mercado e as notícias,
sabe que o verdadeiro planejamento patrimonial não termina na assinatura do
contrato de compra, ou seja, na escritura, ele começa ali.
Mas aí você pergunta: qual a solução? Como resolver esse problema?
Apesar de eu não ser agente de seguro, talvez um dia, pesquiso muito sobre o assunto. E acredite, também é demasiadamente divulgado que o seguro de vida, pelo menos no aspecto financeiro, sempre resolve boa parte quando não a totalidade dos desafios financeiros que poderão ser encontrados, caso alguma coisa aconteça com o investimento imobiliário, amenizando assim a dor para os herdeiros e sucessores.
Agora você sabe!




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