Os Estados Unidos é um país de desastre natural. E o inverno tem sido marcado por severas tempestades de neve e, sobretudo, de gelo (ice storms), fenômeno que já provocou mortes, colapsos de infraestrutura e prejuízos econômicos significativos em diversos estados.
Para o investidor imobiliário, esse cenário representa um
risco concreto que não pode ser ignorado; em especial para o investidor
estrangeiro, que muitas vezes está distante da operação, da manutenção e da
gestão do ativo.
A tempestade de gelo é particularmente destrutiva. O acúmulo
de gelo sobre telhados, redes elétricas, árvores e estruturas provoca quedas de
energia prolongadas, rompimento de tubulações, infiltrações, desabamentos
parciais e danos estruturais graves.
Para o investidor estrangeiro, os riscos são ampliados. A ausência física dificulta respostas rápidas, aumenta a dependência de terceiros e eleva a exposição a falhas de gestão, atrasos em reparos e custos não previstos.
Somando a esse stress, eventos climáticos extremos tendem a pressionar impostos locais, seguros e regulamentações, afetando a rentabilidade no médio e longo prazo.
Nesse contexto, o investimento em terrenos se destaca como
uma estratégia que sobrepõe muitos desses riscos.
Terrenos não possuem estruturas a serem danificadas por
gelo, não sofrem com infiltrações, colapsos ou manutenção emergencial, e não
dependem de ocupação para gerar valor. O risco operacional é substancialmente
menor, assim como os custos recorrentes.
Terrenos são a prova de enchentes e incêndios de proporções
bíblicas, terremotos, tornados, furacões e de qualquer outro tipo de desastre
natural ou não que possa acontecer aqui nesse país!
Em períodos de incerteza climática, reduzir complexidade é
uma decisão racional. E, no imobiliário, isso começa pela escolha do ativo
certo.
Agora você sabe!

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